
A Jornada Estrelada de Hana
Um pequeno beija-flor chamado Hana viaja milhares de quilômetros guiado pelas estrelas que sua avó o ensinou a ler
Criando coragem, guiado por quem ama
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Aconchegada em seu ninho de musgo, a pequena beija-flor Hana olhou para cima enquanto sua avó apontava para o céu noturno cintilante.
Um vento frio de outono sussurrou que era hora de partir. Hana respirou fundo e alçou voo corajosamente em direção ao céu vasto e escurecido.
Lá no alto, acima das colinas escuras, as estrelas cintilavam como um mapa amigável. Hana seguia o caminho brilhante, com suas pequenas asas zumbindo de energia.
De repente, nuvens cinzentas e densas avançaram pelo céu, engolindo as estrelas brilhantes. Hana já não conseguia ver seu mapa cintilante.
Perdida na neblina fria e úmida, Hana sentiu-se muito pequena. Então, lembrou-se da voz calorosa da avó e soube que precisava voar mais alto.
Com uma poderosa explosão de energia, Hana impulsionou-se para cima, atravessando a névoa densa. De repente, ela emergiu em um céu límpido e estrelado.
Ali, brilhando intensamente, estava a bela constelação da Flor-Estrela. Suas pétalas luminosas apontavam o caminho a seguir.
De repente, uma rajada de vento violenta rugiu pela noite, ameaçando desviar a pequena beija-flor para muito longe de sua rota.
Hana recolheu as asas e avançou veloz e corajosamente pelo vendaval uivante, com os olhos fixos no caminho de estrelas cintilantes lá no alto.
O vento uivante finalmente amainou. Lá embaixo, uma luz dourada e quente começou a se espalhar por um belo vale verde.
Hana desceu suavemente em direção às flores de aroma doce, com o coração transbordando de alegria. Ela havia atravessado a longa noite.
Enquanto bebia o doce néctar, Hana olhou com gratidão para as estrelas da manhã que se dissipavam, sabendo que a sabedoria de sua avó a guiaria para sempre.
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