Rosa Parks: A Mãe dos Direitos Civis

Rosa Parks: A Mãe dos Direitos Civis

Quando criança, Rosa Parks defende um amigo tratado injustamente, aprendendo desde cedo que a coragem silenciosa muda o mundo

Desenvolve a coragem de defender o que é certo

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A história

Rosa adorava o pátio ensolarado da escola. Sob um grande carvalho, ela desenhava com giz colorido junto com seu amigo quieto, Jimmy.

De repente, garotos mais velhos bloquearam o caminho empoeirado. Eles não deixavam Jimmy passar, e seu giz colorido escorregou de sua mão e caiu na terra.

O pátio da escola ficou em silêncio enquanto as outras crianças observavam. Rosa sentiu um aperto agudo no coração diante da injustiça de tudo aquilo.

Rosa respirou fundo e com firmeza, lembrando-se das palavras sábias de sua avó sobre manter-se ereta.

Ela deu um passo à frente, firmando os sapatos na trilha empoeirada, bem ao lado de Jimmy. Segurou a mão trêmula dele.

Rosa olhou bem nos olhos do garoto maior. Seu rosto estava sereno, e seu olhar, firme e forte.

Com uma voz suave, porém firme como o ferro, Rosa se manifestou. "Ele também tem o direito de caminhar aqui", disse ela.

O garoto grande piscou, surpreso com a força serena dela. Lentamente, ele se afastou, deixando o caminho totalmente livre.

Segurando firmemente a mão de Jimmy, Rosa caminhava com orgulho pelo caminho. Eles deixaram os meninos para trás enquanto avançavam juntos.

As outras crianças sorriram e comemoraram baixinho. O silêncio pesado se rompeu, e brincadeiras alegres de pega-pega recomeçaram sob o sol quente.

Jimmy pegou seu giz empoeirado e deu a Rosa um sorriso radiante e cheio de gratidão. A vitória silenciosa deles parecia maior do que todo o pátio da escola.

Rosa sabia que não era preciso gritar para ser corajosa. Defender o que é certo, mesmo que silenciosamente, podia mudar o mundo inteiro.

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